sábado, 25 de julho de 2009

Inesquecível



Sem dúvidas, o Brasil e o mundo tiveram melhores. Pra mim, que passei a infância sem saber se queria ser craque na linha ou no gol (não consegui ser em nenhum dos dois), ele foi inesquecível. Sempre adorei o ímpeto, a energia e até o jeito meio atabalhoado que ele carregava no campo. Já fiquei muito bravo com poucas (minha memória, emocionada, tenta negar que tenham sido mais) falhas que ele possa ter cometido no gol do meu Flamengo.

Guardo, somente, as melhores. E os gritos de Zé Caaaaaarlos que eu ouvia do Galvão Bueno, fanático, a cada vôo impossível daquele goleiro de borracha. Foi o meu inesquecível Flamengo de 87 (embora eu fosse um fedelho, guardo as memórias gravadas e as imaginadas dos meus 6 anos de idade).

Um time histórico. Meu preferido. Que tinha, não o melhor, o mais querido goleiro que eu vi jogar. O Zé Caaaaaarlos.

Inesquecível.

Pra sempre.

* 07/02/62
+ 24/07/09

2 comentários:

  1. Gominho,

    Sensacional!

    O fato de ir para o gol, de maneira definitiva ou pelo menos constante, nas peladas da infância formam o caráter de qualquer pequeno.

    E é sempre bom termos boas referências quando falamos de caráter.

    Uma homenagem justíssima a quem foi goleiro de muitas das infâncias dos nossos tempos.

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  2. Não sou Flamengo, nem carioca. Mal lembro do Atlético em 1987. Então, eu boiei nessa notícia. Mas legal a homenagem. Passei aqui mais pra registrar que a Tribuna do Jobi está, com todo o merecimento, devidamente marcada como um dos preferidos do Bico de Peito (http://bicodepeito.blogspot.com/)

    E eu já sou seguidor aqui também.

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